Pessoas que inspiram: conheça 4 atletas deficientes e suas histórias!

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Apesar de desafiadoras, as limitações físicas não podem (nem devem) ser vistas como uma barreira. Os atletas deficientes são prova de que é possível superar as dificuldades: seus feitos motivadores servem de inspiração para muitas crianças e adultos — deficientes ou não.

Quer conhecer algumas belas histórias de determinação e força de vontade? Continue a leitura!

1. Clodoaldo Silva, natação

O “tubarão paralímpico” começou a sua batalha já nos primeiros segundos de vida. Por causa de uma paralisia cerebral ocasionada pela falta de oxigênio no parto, Clodoaldo tem o movimento das pernas e a coordenação motora comprometidos.

Mas isso não o parou, principalmente nas piscinas. Ele conheceu a natação como forma de reabilitação em 1996 e já em 1998, em sua primeira competição levou 3 medalhas para casa, aos 19 anos.

A notoriedade veio em 2004, nas Paralimpíadas de Atenas: nas 8 provas disputadas, o “Michael Phelps do Brasil”levou 6 ouros e 1 prata.

Clodoaldo se aposentou das piscinas ao 37 anos e hoje cuida de um instituto que leva o seu nome.

2. Daniel Dias, natação

Outra grande inspiração debaixo d’água é o famoso atleta paralímpico — e maior nadador do mundo — Daniel Dias. O jovem que nasceu com uma má formação nos braços e na perna direita foi conhecer a natação aos 16 anos, depois de acompanhar o sucesso de Clodoaldo Silva em Atenas. Viu só como inspiração traz inspiração?

Hoje, Daniel ostenta nada menos do que merecidas 24 medalhas paralímpicas, 14 títulos, 6 recordes mundiais e 2 troféus Laureus (o Oscar do esporte).

3. Mariana D’Andrea

A atleta de São Paulo tem acondroplasia, mais conhecida como nanismo, mas é uma gigante no esporte que pratica, o halterofilismo.

Isso mesmo! Mariana começou a sua carreira aos 16 anos, com a ajuda do seu técnico, e já bateu vários recordes mundiais júnior e adulto das Américas. Além disso, a atleta coleciona medalhas, títulos e prêmios, tanto nacionais quanto internacionais.

Duvida de sua força? Na sua categoria até 67 quilos, Mariana consegue levantar 111 quilos. E você, é mais forte que a moça?

4. Terezinha Guilhermina

Ainda que você não acompanhe os esportes paralímpicos, já deve ter visto a imagem de uma corredora com uma venda nos olhos, conquistando o primeiro lugar no atletismo. Muito possivelmente, essa é Terezinha Guilhermina — um dos grandes nomes paralímpicos do Brasil.

A velocista é deficiente visual desde criança e, vinda de uma família muito humilde, já trocou o atletismo pela natação porque não conseguia comprar um par de tênis. Felizmente, ela voltou para as corridas e, hoje, coleciona medalhas e títulos, tanto em provas individuais quanto de revezamento.

Não é de hoje que vemos histórias inspiradas no mundo do esporte, não é mesmo? Pessoas que venceram dificuldades financeiras, doenças, preconceitos e, como vimos agora, limitaçoes físicas estão aí para nos ensinar e nos inpirar. Para esses atletas deficientes há, sim, muitos obstáculos, mas, proporcionalmente, também existe muita força. Com dedicação e o apoio da família e dos profissionais certos, não há limites!

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